Article published in:
Revue Romane
Vol. 51:1 (2016) ► pp. 3669
References

Referências

Adams, M.J.
(1990): Beginning to read: Thinking and learning about print. MIT Press, Cambridge, MA.Google Scholar
Alves, D.C.
(2012): Efeito das propriedades segmentais em tarefas de consciência segmental, de leitura e de escrita. Tese [Doutoramento em Linguística]. Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Lisboa.Google Scholar
Alves, I., Costa, P., Lourenço-Gomes, M.C., Rodrigues, C.
(2015): EFFE-On – Corpus Online de Escrita e Fala. Saber & Educar, 20, pp. 24–33. (e–ISSN 1647–2144). CrossrefGoogle Scholar
Barret, T.C.
(1965): The relationship between measures of pre-reading visual discrimination and first grade reading achievement: A review of the literature. Reading Research Quartely, 1,1, pp. 51–76. CrossrefGoogle Scholar
Bonin, P. & A. Meót
(2002): Writing to dictation in real time in adults: What are the determinants of written latencies, in: Shohov, S.P. (ed.): Advances in Psychology Research, vol. 16. Nova Science Publishers, New York, p. 139–165.Google Scholar
Berninger, V., R.D. Abbott & J. Jones
(2006): Early development of language by hand: Composing, reading, listening, and speaking connections; three letter-writing modes; and fast mapping in spelling. Developmental Neuropsychology, 29,1, pp. 61–92. CrossrefGoogle Scholar
Cagliari, L.C.
(1989): Alfabetização e Linguística. Scipione, Rio de Janeiro.Google Scholar
(1994): Algumas reflexões sobre o início da ortografia da língua portuguesa. Cadernos de Estudos Lingüísticos, 27, pp. 103–111.Google Scholar
Caramazza, A. & R. Miceli
(1990): The structure of graphemic representations. Cognition, 37, pp. 243–297. CrossrefGoogle Scholar
Castelo, A.
(2012): Competência Metafonológica e Sistema Não Consonântico no Português Europeu: Descrição, Implicações e Aplicações para o Ensino do Português como Língua Materna. Tese [Doutoramento em Linguística]. Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Lisboa.Google Scholar
Castro-Caldas, A. & A. Reis
(2003): The knowledge of orthography is a revolution in the brain. Reading and Writing: An Interdisciplinary Journal, 16, pp. 81–97. CrossrefGoogle Scholar
Cubelli, R.
(1991): A selective deficit for writing vowels in acquired dysgraphia. Nature, 353, pp. 258–260.Google Scholar
Dehaene, S., F. Pegado, L.W. Braga, et al.
(2010): How learning to read changes the cortical networks for vision and language. 330, Science. Versão online. Disponível em www​.sciencemag​.org.Google Scholar
Dehaene, S.
(2012): Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Penso, São Paulo. Tradução de Leonor Scliar-Cabral [do original Reading in the Brain, 2009].Google Scholar
Ellis, A.W.
(1988): Normal writing process and peripheral acquired dysgraphias. Language and Cognitive Process, 3,2, pp. 99–127. CrossrefGoogle Scholar
Freitas, M.J., C. Rodrigues, T. Costa & A. Castelo
(2012): Os sons que estão dentro das palavras. Cadernos Língua 5, Colibri-APP, Lisboa.Google Scholar
Freitas, M.J., A. Gonçalves & I. Duarte
(coord) (2010): Avaliação da consciência linguística: aspectos fonológicos e sintáticos do português. Colibri, Lisboa.Google Scholar
Furnari, E.
(1993): A bruxinha atrapalhada. Global, São Paulo.Google Scholar
Goodman, Y.M.
. (org.) (1995): Conhecimento das crianças sobre a alfabetização: um pósfácio, in: Como as crianças constróem a leitura e a escrita: perspectivas piagetianas. Artes Médicas, Porto Alegre. Google Scholar
Guerreiro, H.W.Z.M.R.
(2007): Processos fonológicos na fala da criança de cinco anos. Tese (Mestrado em Ciência da Fala), Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica Portuguesa-Escola Superior de Saúde do Alcoitão da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Lisboa.Google Scholar
Guimarães, M.R.
(2005): Um estudo sobre a aquisição da ortografia nas séries iniciais. Tese (Mestrado em Educação), Faculdade de Educação da Universidade Católica de Pelotas, Pelotas.Google Scholar
Guinet, E. & S. Kandel
(2010): Ductus: A software package for the study of handwriting production. Behavior Research Methods, 42,1, pp. 326–332. CrossrefGoogle Scholar
Horta, I.V.
(2001): Pensar a ortografia: s, ss, c ou ç? Competências ortográficas no 3º. e 4º Anos de escolaridade do ensino básico. Dissertação [Mestrado em Psicologia: Psicologia Educacional], Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.Google Scholar
Horta, I.V. & M.A. Martins
(2004): Desenvolvimento e aprendizagem da ortografia: implicações educacionais, Análise Psicológica, 1,XXII, pp. 213–223.Google Scholar
Kandel, S., Hérault, L., Grosjacques, G., Lambert, E., Fayol, M.
(2009): Orthographic vs. phonologic syllables in handwritting production. Cognition, 110, pp. 440–444. CrossrefGoogle Scholar
Kandel, S., R. Peereman & A. Ghimenton
(2014): How do we code the letters of a word when we have to write it? Investgating double letter representation in French. Acta Psychologica, 148, pp. 56–62. CrossrefGoogle Scholar
Kolinsky, R., C. Pattamadilok & J. Morais
(2012): The impact of orthographic knowledge on speech processing. Ilha do Desterro. Florianópolis, 63, pp. 161–186.Google Scholar
Le Boulch, J.
(1982): O desenvolvimento psicomotor do nascimento até 6 anos: a psicocinética na idade pré-escolar. Artes Médicas, Porto Alegre.Google Scholar
Lourenço-Gomes, M.C.
(1999): Leitura e Escrita e Consciência Fonológica: intervenção em sala de aula. Monografia (Especialização em Distúrbios da Comunicação Humana). Universidade Federal do Estado de São Paulo/ Universidade Católica de Petrópolis, Petrópolis. p. 132.Google Scholar
Maslow, P., M. Frostig, W. Lefever, & J.R.B. Whittlesey
(1964): The Marianne Frostig developmental test of visual perception. Perceptual and Motor Skills, 1963 Standardization, 19, pp. 463–499. CrossrefGoogle Scholar
Mateus, M.H.M.
(2002/1962): O problema da ortografia. Métodos de ensino, in: A Face Exposta da Língua. Imprensa Nacional Casa da Moeda, Lisboa, pp. 91–135.Google Scholar
Mateus, M.H.M., A.M. Brito, I. Duarte et al.
(2003): Gramática da Língua Portuguesa. 7.a ed., Caminho, Lisboa.Google Scholar
Miranda, A.R.M. & A.P.N. da Cunha
(Orgs.) (2010): Cadernos de Educação: A aquisição e o ensino da língua escrita. 35.Google Scholar
Moojen, S.M.P.
(2009): A escrita ortográfica na escola e na clínica: teoria, avaliação e tratamento. Casa do Psicólogo, São Paulo.Google Scholar
Morais, A.G.
(2007): O diagnóstico como instrumento para o planejamento do ensino de ortografia, in: Silva, A., Morais, A. G. de & K. L. R. de Melo (Orgs.): Ortografia na sala de aula. Autêntica, Belo Horizonte, pp. 45–60.Google Scholar
Morais, J.
(1995): A arte de ler. UNESP, São Paulo.Google Scholar
Morais, J. & R. Kolinsky
(2001): Neurociência cognitiva e Psicolinguística: A linguagem escrita, in: Corrêa, L.M.S. (ed.): Processamento linguístico e aquisição da linguagem, Palavra. Nº 6, v. II, Trarepa, Rio de Janeiro, pp. 77–93.Google Scholar
Perfetti, C.A.
(1997): The Psycholinguistics of spelling and reading, in: Perfetti, C.A., Rieben, L. & M. Fayol (eds.), Learning to spell: Research, theory, and practice. Lawrence Erlbaum, New Jersey. pp. 21–38.Google Scholar
Perrolas, M.P.C.R.
(1996): Leitura e escrita no 1o Ano de escolaridade. Dissertação [Mestrado em Psicologia: Psicologia Educacional], Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.Google Scholar
Pinto, M.G.L.C.
(1997): A ortografia e a escrita em crianças portuguesas nos primeiros anos de escolaridade: até que ponto dependem estas habilidades de um bom domínio do oral e de métodos adequados de leitura? Revista da Faculdade de Letras: Línguas e Literatura, XIV, Porto, pp. 7–58.Google Scholar
Rayner, K. & E.D. Reichle
(2010): Models of the reading process. Wiley Interdisciplinary Reviews: Cognitive Science, 1,6, pp. 787–799. CrossrefGoogle Scholar
Rayner, K., A. Pollatsek, J. Ashby, & C. Clifton Jr
(2012): Psychology of reading. 2nd ed., Psychology Press, New York.Google Scholar
Rodrigues, C., Lourenço-Gomes, M.C., Alves, I., Jassen, M., Gomes, I.L.
(2015): EFFE-On - Escreves como falas - Falas como escreves?, CLUL, Lisboa. http://​alfclul​.clul​.ul​.pt​/teitok​/effe​/index​.php?Google Scholar
Rodrigues, C. & Lourenço-Gomes
(2016): (no prelo) Estudo longitudinal da proficiência ortográfica no 2º e 4º anos de escolaridade - estruturas /e/, /eI/ e /oU/. Revista Diacrítica (Série Ciências da Linguagem), 30,1.Google Scholar
Rodrigues, J.F.B.N.D.
(2013): Avaliação do impacto de um programa de intervenção de sensibilização à linguagem escrita. Dissertação [Mestrado em Psicologia: Psicologia Educacional], Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Lisboa.Google Scholar
Santos, R.N.
(2013): Aquisição de grupos consonânticos e seu impacto nos desempenhos escritos no 1.0 ciclo do ensino básico. Tese (Mestrado em Linguística), Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Lisboa.Google Scholar
Scliar-Cabral, L.
(2003a): Princípios do sistema alfabético do português do Brasil. Contexto, São Paulo.Google Scholar
(2003b): Guia prático de alfabetização. Contexto, São Paulo.Google Scholar
Shen, X.R., M.F. Damian & H. Stadthagen-Gonzalez
(2013): Abstract graphemic representations support preparation of handwritten responses. Journal of Memory and Language, 68, 69–84. CrossrefGoogle Scholar
Silva, A., Morais, A.G. de, Melo, K.L.R. de
(2005): Ortografia na sala de aula. Autêntica, Belo Horizonte.Google Scholar
Sim-Sim, I., I. Duarte & M.J. Ferraz
(1997): A língua materna na educação básica. Ministério da Educação, DEB, Lisboa.Google Scholar
Snow, C.E., M.S. Burns & P. Griffin
(Eds) (1998): Preventing reading difficulties in young children. National Academy Press, Washington, DC.Google Scholar
Sousa, O. & A. Cardoso
(2005): Da língua em funcionamento ao funcionamento da língua. Palavras, 27, pp. 61–69. Google Scholar
Taft, M.
(2006): Orthographically influenced abstract phonological representation: evidence from non-rhotic speakers. Journal of Psycholinguistic Research, 35,1, pp. 67–78. CrossrefGoogle Scholar
Tainturier, M-J., & Rapp, B.
(2001): The spelling process. In: Rapp, B. (Ed.) The Handbook of Cognitive Neuropsychology: What Deficits Reveal about the Human Mind. Psychology Press, Philadelphia, pp. 263–289.Google Scholar
Vellutino, F.R., J.M. Fletcher, M.J. Snowling & D.M. Scanlon
(2004): Specific reading disability (dyslexia): What have we learned in the past four decades? Journal of Child Psychology and Psychiatry, 45,1, pp. 2–40. CrossrefGoogle Scholar
Veloso, J.
(2007): Can ortographic knowledge modify phonological knowledge? Data from a study of Portuguese children’s syllabifications and their relationship with schooling, in: Ilieva-Baltova, P. & K. Petrova (eds.): Psycholinguistic studies. Papers in Honour of Prof. Dr. Tatiana Slama-Cazacu. Riva Publishers, Sofia (Bulgaria), pp. 215–236.Google Scholar
(2010): Primeiras produções escritas e operações metafonológicas explícitas como pistas para a caracterização inferencial do conhecimento fonológico. Cadernos de Educação – A aquisição e o ensino da língua escrita, 35, pp. 19–49.Google Scholar
(2012): Vogais centrais do português europeu contemporâneo: uma proposta de análise à luz da fonologia dos elementos. Letras de Hoje, 47,3, p. 234–243.Google Scholar
Wagner, R.K., S.B. Piasta & J.K. Torgesen
(2006): Learning to read, in: Traxler, M.J. & M.A. Gernsbacher (ed.), Handobook of psycholinguistics, 2nd ed., Elsevier, New York, pp. 1111–1142. CrossrefGoogle Scholar
Yavas, M., C.L.M. Hernandorena & R.R. Lamprecht
(1991): Avaliação fonológica da criança. Artes Médicas, Porto Alegre.Google Scholar
Ziegler, J. & L. Ferrand
(1998): Orthography shapes the perception of speech: The consistency effect in auditory word recognition. Psychonomic Bulletin & Review, 5,4, pp. 683–689. CrossrefGoogle Scholar
Zunino, D.L. de & A.P. de Pizani
(1995): A aprendizagem da língua escrita na escola: reflexões sobre a proposta construtivista. 2ª ed., Artes Médicas, Porto Alegre.Google Scholar
Zorzi, J.L.
(1998): Aprender a escrever: a apropriação do sistema ortográfico. Artes Médicas, Porto Alegre.Google Scholar
Cited by

Cited by other publications

Correia, Liliana & Cristina Flores
2017. The Role of Input Factors in the Lexical Development of European Portuguese as a Heritage Language in Portuguese–German Bilingual Speakers. Languages 2:4  pp. 30 ff. Crossref logo

This list is based on CrossRef data as of 07 november 2020. Please note that it may not be complete. Sources presented here have been supplied by the respective publishers. Any errors therein should be reported to them.